domingo, 21 de dezembro de 2014
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Como funciona a Estrutura de Comunicação Web
A internet é uma grande teia de cabos e comunicações via satélite, ligando servidores e micro-computadores de todo o mundo
entre si através do mesmo padrão de comunicação(TCP/IP).
Colocar uma página na internet é o processo que abrange
desde o desenvolvimento da mesma feito por um webdesigner , até os trâmites
burocráticos de registro e hospedagem do domínio.
Quem organiza a internet?
10) O domínio é propriedade minha? Posso vende-lo?
12) Consigo registrar um
domínio sem provedor ? Não
Além de ser o maior banco de informações do mundo, é
também o mais rápido e mais barato meio de comunicação do
planeta.
Podemos destacar o email e a web (www- word
wide web- teia mundial) como os ambientes “serviços” mais utilizados.
Dentro do ambiente www localizamos os websites- que são
“lugares” ocupados por textos , fotos, animações gráficas, sons, vídeos de
empresas ou pessoas. Cada website tem um endereço virtual, chamado URL (Uniform Resource
Location – local uniforme de recursos).
Este endereço indica onde geralmente se encontram as
informações do site e tem o seguinte formato:
Quem organiza a internet?
No Brasil(CGI) – ( www.registro.br)
INTERNIC – (www.internic.com)
Provedores
e servidores :
Quando vamos trabalhar no ambiente web precisamos ter em
mente a diferença entre provedor e servidor já que muitas
pessoas fazem essa confusão.
Provedores são as empresas que oferecem serviços de
acesso à internet ou hospedagem de
sites.
Ex: www.tecla.com.br www.oi.com.br
Servidores são os computadores que ficam nos provedores
para processar os serviços de acesso a internet, email, hospedagem e outros.
Legalização de domínio?
1) que é um nome
de domínio?URL
É um nome que serve para localizar e identificar
conjuntos de computadores na internet.O domínio foi concebido com o objetivo de facilitar a
memorização dos endereços de computadores na internet. Sem ele, teríamos que
memorizar uma sequencia grande números.
Em geral usa-se a forma nomeempresa.com.br ou
nomeempresa.com
2)Como podemos registrar?
www.registro.br – domínios no brasil
www.nomer.com.br – domínos Internacionais
3) Quem pode registrar?
É necessário ser uma entidade legalmente estabelecida no
Brasil como pessoa jurídica (Instituições com CNPJ)ou pessoas físicas (CPF) que
possuam contato em território nacional.
4) Como é organizado a formação dos tipos de domínios ?
A última sigla do domínio
indica o país de origem do domínio:
Brasil = www.google.com.br
Argentina = www.google.com.ar
Portugal = www.google.com.pt
Vietnam = www.google.com.vn Classificação:
com.br = comércio em geral
nom.br = pessoas físicas
edu.br = entidades de ensino
superior
org.br = entidades não
governamentais
adv.br = advogados
5)Quais são os caracteres
válidos
A a Z , os números 0 a 9 e o
hífen.
6) Qual a documentação
exigida para registrar um domínio:
PJ :
CNPJ
Razão Social
Endereço Completo
PF :
CPF/RG
Endereço Completo
7) Qual o máximo de
caracteres posso usar para definir o meu domínio :
De 2 a no máximo 26
caractéres
www.xxx.com.br
(xxx=26)
*Não aceita acentuação
*O nome deve conter pelo
menos 1 caracter A a Z
*Não tem limite de registro
por entidade
Quando for fazer um site
para o cliente pesquisar a marca neste endereço:
Pesquisa de marcas e
patentes :
8) Quanto tempo demora para
registrar ou transferir um domínio?
Brasil = 24 horas
Internacional = 2 dias
9) Quanto custa o registro e
a manutenção de um domínio?
Brasil – 30,00 a.a
Internacional – 33,00 a.a
*Vale lembrar de fraudes
realizadas sobre o registro.br que as
vezes custam R$230,0010) O domínio é propriedade minha? Posso vende-lo?
Sim. Voce pode vender o domínio pelo preço que desejar. Para isso.
Basta realizar o processo de transferência
de domínio para o novo dono.
11) Para meu site entrar no
ar preciso de um provedor de hospedagem?
Sim. Esse provedor lhe dará
os endereços de IP de uma das máquinas deles na internet para você colocar o
seu site no ar e também informar ao registro br onde está localizado o seu
website.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Diagrama de Classes - parte 2
CLASSES
DE ASSOCIAÇÃO (OU CLASSE ASSOCIATIVA)
Permite
acrescentar atributos, operações e outras características às associações. Na
figura abaixo, observe que, se um fornecedor pode fornecer mais de um produto e
um produto pode ser fornecido por mais de um fornecedor, temos um
relacionamento N para N. Caso o cliente deseje verificar a data e o valor total
de um fornecimento, isso poderá ser resolvido facilmente por uma classe
associativa de nome Fornecimento.
Esse tipo
de associação traz a idéia de associação enésima, nesse sentido BOOCH (2005, p.
452) lembra que a “associação enésima” se refere a uma associação entre três ou
mais classes. Esse conceito de associação não será tratado nesse artigo.
ENUMERAÇÃO
É um
recurso usado em várias linguagens de programação. São listas (literais) que
podem ser armazenados como valores ou passados como parâmetros. Para
representar usa-se o estereótipo: <> OU
<>. Eis um exemplo “ilustrativo”.
ASSOCIAÇÕES
REFLEXIVAS
É também
conhecida como auto-associação, sua função é associar objetos de uma mesma
classe. As associações reflexivas trazem o conceito de papéis assumidos por ….
No exemplo ilustrativo a seguir vemos uma associação reflexiva na classe
Funcionário. Isso NÃO significa dizer que o funcionário gerencia a si mesmo,
mas sim, que em um determinado momento um determinado objeto dessa classe
assume o papel de Gerenciador (Gerente) e em outro momento, outro objeto, desta
mesma classe, assume o papel de gerenciado (O vendedor por exemplo).
É também
conhecida como auto-associação, sua função é associar objetos de uma mesma
classe. As associações reflexivas trazem o conceito de papéis assumidos por ….
No exemplo ilustrativo a seguir vemos uma associação reflexiva na classe
Funcionário. Isso NÃO significa dizer que o funcionário gerencia a si mesmo,
mas sim, que em um determinado momento um determinado objeto dessa classe
assume o papel de Gerenciador (Gerente) e em outro momento, outro objeto, desta
mesma classe, assume o papel de gerenciado (O vendedor por exemplo).
GUEDES
(2008, p. 79) denomina as associações reflexivas como associações unárias,
segundo esse autor a associação unária ou reflexiva é quando “existe um
relacionamento de uma classe para consigo mesma”. A descrição do nome da
associação reflexiva no diagrama de classe é importante pois esclarece dúvidas
sobre aquele tipo de associação, uma vez que apenas uma classe é envolvida,
assim esclarece MELO (2002, p. 102) “[...] o nome da associação é mais usado
quando possa haver dúvidas sobre o tipo de associação ou nas associações que
envolvem uma única classe”. Nessa mesma linha de raciocínio, BEZERRA (2007, P.
117), relata que, para melhor esclarecer o significado das associações no
diagrama de classes, a UML fornece além do nome da associação, o direcionamento
de leitura e o papel.
ESCOPO DA
CLASSE (VISIBILIDADE)
As
propriedades, o comportamento das classes e a própria classe, são
definidos por identificadores específicos para cada situação, são eles: “+” ou
público, especifica acesso dentro da classe, por elementos externos e em
classes descendentes; “#” ou protegido, especifica acesso dentro da classe e
por classes descendentes; “-“ ou privado, especifica acesso somente dentro da
classe que foi criada; “~” ou pacote, especifica acesso dentro do pacote.
CLASSE
ABSTRATA
É uma
classe que não possui uma instância imediata. A classe abstrata fornece os
elementos para que classes descendentes possam instanciar seus próprios objetos
cada um com suas particularidades. No diagrama de Classes a classe abstrata é
definida pelo estereótipo <>.
RESTRIÇÕES
São
informadas sempre entre { }. As restrições são inseridas nas próprias
associações entre as classes e tem por objetivo definir constraints iniciais
nessa fase do projeto. O diagrama de classe é o local ideal para fazê-las.
GERAÇÃO
DE CÓDIGO
O
diagrama de classe permite a geração de código fonte, da classe para uma
linguagem de programação orientada a objetos. Algumas ferramentas Case fazem o
caminho inverso (engenharia reversa), ou seja, do código fonte para o diagrama.
Veja a seguir a documentação da classe funcionário e das respectivas classes
herdadas (Gerente e Vendedor), geradas pela ferramenta CASE Open Source Star
UML.
CLASSE
FUNCIONÁRIO
Observe
na figura, que a geração “Java Doc”, poderoso recurso de documentação da
linguagem JAVA, é automaticamente implementada nessa ferramenta CASE, para
isso, basta usar a aba “documentation” da tela principal da ferramenta.
CLASSE
GERENTE
Esta
classe herda (através da generalização) propriedades e comportamentos da sua
classe ancestral (Funcionário), essa característica é implementada através da
cláusula “extends”.
CLASSE
VENDEDOR
Da mesma
forma que a classe Gerente, a classe Vendedor herda (através da generalização)
propriedades e comportamentos da sua classe ancestral (Funcionário), essa
característica é implementada através da cláusula “extends”. Deve ser observado
também que, a título de ilustração, essa classe realiza a interface
iFornecerPrecos, essa característica é implementada pela cláusula “Implements.”
Diagrama de classe (didático e ilustrativo) completo na figura abaixo.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS PRINCIPAIS
BOOCH, Grady; RUMBAUGH,
James; JACOBSON, Ivar. UML Guia do Usuário. – Rio de Janeiro : Elsevier, 2005.
BEZERRA,
Eduardo. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML. – Rio de
Janeiro : Elsevier, 2003.
BEZERRA,
Eduardo. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML. 2o. Ed. –
Rio de Janeiro : Elsevier, 2007.
PÁDUA,
Wilson de Paula Filho. Engenharia de Software. Fundamentos, Métodos e
Padrões. 2o. Ed. – Rio de Janeiro. LTC – Livros Técnicos e Científicos,
2003.
FOWLER,
Martin.; SCOTT Kendal. UML essencial: um breve guia para a linguagem –
padrão de modelagem de objetos. 169 p. 2. ed. – Porto Alegre: Bookman,
2000.
MELO, Ana
Cristina. Desenvolvendo aplicações com UML. 255 p. – Rio de
Janeiro: Brasport, 2002.
MARTIN,
James.; ODELL, James. Análise e Projeto Orientados a Objeto.
639 p. – São Paulo: Makron
Books, 1995.
GUEDES,
Gilleanes. UML – Uma abordagem Prática. 336 p. 3, ed. – São Paulo:
Novatec Editora, 2008.
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