sábado, 3 de janeiro de 2015

Atividade Interdisciplinar - Individual 6º Semestre Analise Desenvolvimento de Sistemas - Segurança da informação , IHC, Interface Web Móveis, Modalidades de Comercio eletrônico

Estudo de Caso:
Uma Empresa que atua no segmento de locação de veículos pretende atuar no comércio eletrônico para ampliar seu mercado. A empresa em questão espera que os clientes possam buscar pelos serviços através da internet com suporte a dispositivos móveis.
      Através deste sistema, o cliente poderá efetuar a reserva do modelo desejado, informando o período em que pretende locar o veículo. A reserva efetivada assegura que o veículo ficará impreterivelmente reservado para o cliente, portanto o mesmo deverá efetuar o pagamento, com cartão de credito, desta operação; que neste caso estará considerando o período de uso real, além do prazo de segurança de vinte quatro horas antes e depois, respectivamente das datas de retirada e entrega do veículo.
      Caso o cliente pretenda cancelar a sua reserva, poderá efetuá-la em até setenta e duas horas antes do horário previsto para a retirada do veículo; por esta operação terá uma despesa de dois por cento do valor da locação. De outra forma, caso o tempo seja menor que setenta e duas horas a despesa pela desistência será de cinqüenta por cento do valor total. Outrora, embora o cliente entregue o carro antes do previsto a empresa se priva do direito de não devolver nenhum valor por esta vantagem.
      Após o registro da reserva, o cliente gostaria de estar informado de todas regras e demais informações da operação realizada. Através de e-mails ou de mensagens torpedo a empresa poderá comunicar a efetivação de sua reserva, retirada e devolução do veículo.
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Com base no estudo de caso apresentado em relação à empresa do setor de locação de veículos, escreva um relatório sobre os tópicos abaixo, aplicado a este problema:

1-      Em relação à segurança da informação, descreva suas sugestões fundamentadas nas referências bibliográficas, para as técnicas descritas:

·         GERENCIAMENTO DE TRANSAÇÕES

      Durante a execução de transações sob seu controle, o gerente de transações interage tanto com os mecanismos de controle de concorrência quanto com os mecanismos de controle de integridade. É preciso que o gerente de transações esteja atento ao fato de que recursos, do sistema estarão sendo requisitados pelas várias transações em andamento. Ao conceder o uso de determinados recursos o gerente de transações aciona os procedimentos de controle de concorrência para evitar que mais de uma transação tenha acesso, simultaneamente, a recursos que não podem ser compartilhados. Por outro lado, o próprio fato de cancelar transações pressupõe, também, que o gerente de transações mantém um histórico da seqüência de ações que vão sendo executadas em favor da transação. De outra forma, pode ser impossível realizar a função de controle de integridade uma vez que não haveria meios de se inverter efeitos de ações elementares passadas. Manter este histórico é tarefa dos processos de controle de integridade com os quais o gerente de transações deve, portanto, manter estreito contato durante a execução da transação.
      A segurança no gerenciamento de transações consiste em algumas funcionalidades no sistema como por exemplo: Consultas ao Serasa integradas ao sistema,Pesquisa on line de mapas do Google para validar endereço informado pelo cliente, busca de CEP integrada com os correios,controle de alteração no sistema feitas por usuários(O sistema apresenta o que foi alterado pelo usuário), controle de acesso de usuários (Data/Hora e o que utilizou), Controle de horário de uso do sistema. (Limite o uso fora do horário de expediente da empresa) , Controle de perfil de acesso ao sistema (Define o que cada um pode utilizar), Define quais os equipamentos podem acessar o sistema, Bloqueio de alterações após o lançamento definido por perfil de acesso.

 ·         CONTROLE DE CONCORRÊNCIA
Em nossa situação WEB a conexão a banco de dados não pode ser mantida por muito tempo como uma aplicação Desktop. Esse impasse é natural já que bloqueios no banco de dados são gerenciados pelo próprio SGBD e não podemos (e nem devemos) a priori influenciar em como o SGBD faz esse controle. O que é necessário não utilizar o mecanismo de bloqueios do SGBD, mas sim gerenciar bloqueios em nível de aplicação.
O SQL Server possui duas procedures para tratar isso e que comumente são ignoradas. Essas procedures conseguem impor um bloqueio em nível lógico podendo ser trabalhado no TSQL mas sem influenciar nos bloqueios impostos nas estruturas físicas do SQL Server. Elas funcionam como um bit lógico popularmente conhecido como flag. Essas procedures são a sp_getapplock e sp_releaseapplock.
Uma outra forma de resolver esse problema é a utilização de um tipo de dados que muita gente conhece mas pouca gente sabe pra que serve. O tipo de dados TIMESTAMP é ótimo para uma situação dessas. Esse tipo de dados é criado automaticamente quando o registro é inserido e alterado automaticamente quando o registro é alterado.

·         RECUPERAÇÃO
Segundo Carvalho (2000, apud BJORK, 1973, p. 12), a recuperação de uma transação é considerada uma das tarefas mais importantes no gerenciamento de transações. Ela consiste na recuperação do banco de dados envolvido na transação, ou seja, consiste na restauração do banco de dados para um estado consistente logo após uma falha levá-lo a um estado inconsistente.
      Desse modo, o mecanismo de recuperação é uma forma de se garantir a propriedade de consistência, uma das propriedades ACID conforme visto anteriormente, em uma transação. Considerando o fato de que uma transação pode e geralmente é composta por mais de uma operação, torna-se necessário que não seja permitido, nestes casos, que uma ou mais operações deixem de serem executadas, ou que sejam executadas com falha. Isto tornaria o banco de dados inconsistente, fato este indesejável para sistemas confiáveis.
      O componente de sistema responsável por garantir a atomicidade de uma transação é o gerenciador de transações, também conhecido como monitor de processamento de transação (monitor TP). O funcionamento do mecanismo de recuperação baseia-se na utilização das operações commit e rollback.


·         INTEGRIDADE
Aplicar a integridade de dados garante a qualidade dos dados do
banco de dados. Por exemplo, se um client for inserido com um valor de ID de cliente de 123, o banco de dados não deverá permitir que outro client tenha um ID com o mesmo valor. Se você tiver uma coluna employee_rating destinada a conter valores que se estendem de 1 a 5, o banco de dados não deverá aceitar um valor fora desse intervalo. Se a tabela tiver uma coluna dept_id que armazene o número do perfil de um cliente, o banco de dados deverá permitir apenas os valores que  sejam válidos para os números de departamento da empresa.

·         DISTRIBUIÇÃO

Segundo Date (2000, p. 536), um sistema distribuído é qualquer sistema que envolva múltiplas localidades conectadas juntas em uma espécie de rede de comunicação, nas quais o usuário de qualquer localidade pode acessar os dados armazenados em outro local. Cada localidade, por sua vez pode ser considerada como um sistema de banco de dados em si, que tem seu próprio banco de dados e sua própria função DBA, seus próprios terminais e usuários, o seu próprio armazenamento local e o seu próprio CPU, rodando o próprio DBMS local (em geral). O mesmo também tem seu próprio gerenciador DC local, com a responsabilidade (entre outras) de controlar a troca de mensagens com outras localidades integrantes do sistema distribuído.

2-      Descreva as principais técnicas de IHC – Interface Homem-Computador e como estas técnicas podem beneficiar os diferentes tipos de usuários considerando os aspectos de segurança.

IHC consiste em técnicas que tem como objetivo melhorar o relacionamento ou comunicação entre pessoas e sistemas computacionais, bem como disponibilizar para o usuário uma interface gráfica amigável em que lhe proporcione melhor desempenho e facilidade na manipulação de uma determinada ferramenta (HEWETT, 2004).
A estrutura de comunicação entre o ser humano e a máquina estudada no IHC é extraída de acordo com o conhecimento suportado pelo computador e pelo adquirido pelo ser humano, Cybis(2003) classifica as técnicas em três tipos. Técnicas Prospectivas, Técnicas Preditivas ou Diagnósticas (Avaliações Analíticas, Avaliações Heurísticas), Técnicas Objetivas ou Empíricas .

·         Elaborar um protótipo (desenho de uma tela) que mostre ao usuário final (Cliente da locadora) a principal tela de uma forma amigável e de fácil operação.



 Imagem da prototipação da tela principal do site http://www.movida.com.br/

·         É necessário contemplar informações acerca dos veículos disponíveis na empresa para facilitar a procura do melhor período e modelo desejado para o cliente.

·         Justifique as etapas aplicadas no protótipo contendo os seguintes itens:

o    USABILIDADE

Para testar a usabilidade, são envolvidas as seguintes questões: facilidade de aprendizado e uso, eficiência de uso e produtividade, satisfação, flexibilidade, utilidade e segurança. Dessa forma, objetiva-se quantificar o desempenho do usuário. Para a preparação do teste, devem ser definidos os limites mínimos aceitáveis, os máximos possíveis e, também, o valor almejado para a medida do projeto  (PRATES E BARBOSA, 2003)

o    ERGONOMIA
O objetivo de uma validação ergonômica é de testar as diferentes versões do sistema interativo e verificar se sua interface atende às expectativas dos usuários.
O estudo dos aspectos físicos e cognitivos na utilização de máquinas por seres humanos já vem sendo, há alguns anos, objeto de estudo da área de Ergonomia. A ergonomia, segundo Winsner, “é o conjunto dos conhecimentos científicos relativos ao homem e necessários para a concepção de instrumentos, máquinas e dispositivos, que possam ser utilizados com o máximo de conforto, segurança e eficácia” (Winsner apud Cybis, 1997).
O uso de computadores e de Sistemas de Informação tem se expandido de maneira muito expressiva nas últimas décadas. Interfaces difíceis criam uma barreira entre os usuários e as empresas, que querem vender seu produto e deixar seus clientes satisfeitos. Entre outros fatores, uma Interface Homem-Computador mal desenvolvida traz sérias conseqüências como: o usuário sentir-se culpado por não saber efetuar a tarefa desejada e por isso ser levado a sofrer aborrecimento, estresse e frustração. Como consequência acaba abandonando a tarefa que iria executar.

Referencias:



(Continua na próxima postagem)

  

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